Entrevista com o Chester!

28 de agosto de 2009


Os fãs-sites LPAssociation e LPLive fizeram uma entrevista com Chester, nesse entrevista ele falou sobre sua banda Dead By Sunrise e seus singles, Linkin Park e como será o aniversário de 10 anos do Hybrid Theory, sobre sua marca de roupas a Ve’cel e também como ele se sente em relação ao twitter. Acompanhe a tradução:


LPAssociation: Aproximadamente um ano atrás você lançou uma marca de roupas chamada Ve’cel para todo o tipo de pessoas e até então as respostas em relação à marca tem sido bem positivas. Quais são suas ambições para a Ve’cel e aonde você gostaria de ver a marca em alguns anos?

Chester: Eu acho que fazer roupas é algo cheio de armadilhas. Parece que todos têm uma marca de roupas e não é por isso que a Ve’cel foi criada. Foi criada como uma extensão do Club Tattoo. Nós queríamos fazer uma marca de roupas para o Club Tatto que carregaríamos em nossas lokas e ter uma linha premium, mas devido à problemas com alguns tatuadores, decidimos não lançar como algo do Club Tatto, e sim lançar algo fora da indústria e é por isso que fizemos a Ve’cl. Eu gostaria que ela dicasse diferente dos outros gêneros. Somos uma pequena empresa e estamos tentando constuir a reputação da marca com suas ‘próprias pernas’, e não baseado no fato de é algo que estou envolvido.

LPA: Na sua opinião, como o Linkin Park melhorou desde que vocês lançaram o Minutes To Midnight? Especificamente, você notou algo diferente desde o começo do ciclo de ciração desse álbum?

C: Eu acho que sempre melhoramos um pouco a cada álbum. Ficamos com a mente mais aberta e mais interessados em tentar nos levar aos termos de músicas que estamos fazendo e os sons que estamos usando, e é geralmente aí onde amadurecemos.

LPA: O que você gostaria de fazer em sua carreira musical que você ainda não fez com o Linkin Park?

C: Há algumas coisas que me incomodam e eu meio que não entendo, mas acho que elas são mais uma coisa em relação à música no geral e não sei o quão válidas elas são. O que mais me incomoda com música é que eu quero que os fãs tenham a mente mai aberta. Estar numa banda como o Linkin Park onde meio que não nos enquadramos em nada, ficamos meio que voando de lugar para lugar e moramos num lugar único, nós temos a chance de tocar em muitos shows diferentes com muitas bandas diferentes. Há certos fãs que gostam do que eles gostam e odeiam o resto. Eu odeio isso. Eu não estou dizendo que quero que todos gostem do que eu faço, mas eu respeito qualquer um que tenha a paciência de subir ao palco e fazer o que eles fazem. Eu quero mentes mais abertas ou pelo ao menos mais tolerÂncia, eu vejo bandas tocando pra valer e são desrespeitadas, isso me irrita.

LPA: Você tem trabalhado no seu projeto solo por algum tempo. A música “morning After” foi escrita lá em 2001, só para informação. O quão antigo as músicas do projeto do Dead By Sunrise de fato são, e o quão desafiador foi fazer com que o material não soasse antigo?

C: Essa é uma boa pergunta. Começamos a fazer o álbum em 2006. E eu isso porque estou faznedo um som mais pro lado do grunge e rock como um pop alternativo, aonde mixamos todos os dois, já tem umas vibes que soam familiares. Adicionar elementos eletrônicos à música eleva o som e esconde a idade. Boas músicas são boas músicas quando eles saem e é o que eu tento pensar quando estou escrevendo. Isso é o que estou sempre tentando fazer. Não sei se já o fiz até agora, mas vejamos quando o álbum sair.

LPA: Várias bandas (Metallica, Iron, Maiden, etc.) tem comemorado o aniversário de seus álbums recentemente ao tocá-los inteiramente como parte de seus sets. Você tem algum plano para o aniversário do Hybrid Theory em 2010?

C: Não vamos mais tocar músicas do Hybrid Theory. Esse é o nosso presente, smile do L-O-L-J-K (Ele de fato disse isso!). Eu não acho que pensamos nisso ainda. Acho que não percebemos que já se fazem 10 anos. Estamos nos focando no próximo álbum. Uau, o Hybrid Theory já tem 10 anos. Meio louco. Me faz sentir velho.

LPA: Não faz muito tempo que você se descreveu como um anti-computador e alguém que não gosta de internet. Você tem toda a rasão de não ser adaptado à tecnologia moderna, com sua experiência de ter uma perseguidora e tudo mais. Entretando, você e sua mulher têm estado bem ativos no Twitter recentemente, e você é surpreendentemente aberto sobre sua vida pessoal. O que fez a mudança, e como você se sente em relação à toda a interação que você tem como todos os seus fãs na internet ultimamente?

C: Eu tenho um relacionamento de amor e ódio com o Twitter. Eu o acho bem irritante, mas frequentemente útil e bem divertido. É fácil digitar. Eu nunca estava usando o computador enquanto estava usando o Twitter pra falar a verdade. Então isso não pode contar como eu me tornando alguém que gosta de informátia. Para alguém que está em uma banda que não é muito fã de computador e com todas essas ferramentas que usamos, eu só digo à alguém que preciso da sua ajuda para me ajudar a gravar isso e chamo alguém ao computador que sabe usar o pro-tools. É meio ridículo. Desde quando eu era bem criancinha aprendendo a programar em DOS e fazer a raiz quadrada na tela, meu cérebro não consegue entender isso tudo por uma razão. Para mim, é bem difícil descobrir como computadores funcionam. Sou até bonzinho. Posso checar meus emails, mas não sou muito fã de computador. Eu fico um pouco orgulhoso em relação à isso, mas também me sinto como um idiota.


Thanks: LPI

Por: Renatta Bennoda!

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